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22/03/12

26 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DA BOA ACÃO

Movimento colaborativo A Corrente do Bem desenvolve novo modelo de articulação social on-line



Para a segunda edição no Brasil, a equipe de voluntários do movimento “A Corrente do Bem” desenvolveu uma plataforma on-line, baseada em um mapa colaborativo que divulga as boas ações inspiradas pelo movimento no país – com destaque para as iniciativas encampadas em 26 de abril, Dia Mundial da Boa Ação. A cada iniciativa registrada, uma luz se acenderá no mapa. A meta é superar os resultados obtidos em 2011, ocasião em que mais de 1 milhão de pessoas contaram com impacto direto ou indireto de ações do bem. Entre as empresas e organizações que já confirmaram a participação no Brasil estão Primavera Editorial, ONG Banco de Alimentos, Shopper Experience, projeto Caçadores de Bons Exemplos, Imaginarium,  ONG Presente de Alegria, entre outras.
Inspirada no Pay it Forward Day – surgido na Austrália, em 2007, alusivo ao livro Pay it Forward, de Catherine Ryan Hyde, e ao filme protagonizado por Kevin Spacey, Helen Hunt, James Caviezel e Haley J. Osment – A Corrente do Bem é um movimento da sociedade civil que tem a proposta de mobilizar as pessoas a incluir práticas e ações de gentileza no cotidiano. Presente em 38 países, o marco do movimento, em 2012, será em 26 de abril, Dia Mundial da Boa Ação: data em que ocorrerá uma mobilização global, em larga escala, de atos de generosidade. 

São Paulo, 21 de março de 2012 – Com a proposta de disseminar uma nova cultura baseada em práticas cotidianas de generosidade, o movimento colaborativo A Corrente do Bem mobilizará, em 2012, milhares de voluntários em 38 países – pessoas que devem atuar, em especial, em 26 de abril, no Dia Mundial da Boa Ação. O Brasil, que participa pelo segundo ano consecutivo do movimento, trará uma série de novidades, incluindo a construção de um novo modelo de articulação social on-line; um site com um mapa colaborativo voltado a registrar todas as ações desenvolvidas ao longo do ano. A meta é atingir mais de 1 milhão de brasileiros – marca conquistada já na edição do ano passado. A ideia central é mostrar que boas ações são simples, rápidas, divertidas e têm um enorme potencial de transformar a sociedade; ou seja, o impacto social de uma boa ação, de um gesto de carinho ou de uma gentileza gera um fator multiplicador de bem-estar social. Conectar as pessoas é uma das premissas do movimento.
De acordo com Marcus Quiroga, diretor da MIND Marketing Digital, a ideia do mapa colaborativo surgiu alinhada à própria premissa que norteia o movimento colaborativo: espalhar uma nova cultura de gentileza e práticas de boas ações para o maior número de pessoas. A partir daí – e com o objetivo de mensurar as ações empreendidas –, construiu-se uma ferramenta dotada de métrica que permite visualizar as ações em todo o Brasil. “Com apoio tecnológico do Google e Facebook, a cada clique em ícones no mapa será possível conhecer as boas ações e compartilhá-las nas redes sociais. Além disso, a gestão do movimento A Corrente do Bem pode, com a ferramenta, mensurar o alcance das ações e o impacto nas pessoas direta ou indiretamente envolvidas nas iniciativas. Na prática – e à medida que inserimos conteúdo –, teremos uma espécie de Google do Bem”, detalha Quiroga.
Segundo Leonardo Elói, idealizador do movimento no Brasil, o poder de mobilização de A Corrente do Bem, em 2011, deixou claro que há um enorme gap a ser explorado no campo social. “O atual modelo de articulação das ONGs e instituições sociais no Brasil é muito analógico e pouco eficaz para atender a enorme demanda. “Esse formato não consegue oferecer oportunidades inovadoras de colaboração para um contingente que deseja participar de uma transformação social em novos formatos. Movimentos sociais emergentes, baseados na colaboração em rede, com o crescente ganho de consciência do papel social que cada um desempenha e a busca por práticas de solidariedade e altruísmo, têm tornado evidente a oportunidade de um novo modelo para unir pessoas, ONGs e empresas em torno de diferentes causas, dentro das mais diversas áreas de interesse. Por essa razão, vamos intensificar a participação no movimento em 2012”, afirma Elói.
Construir um novo modelo de articulação social coerente com as tendências de organização e mobilização em rede, gerando bem-estar social, psicológico e emocional, é uma das propostas da mobilização A Corrente do Bem – que visa conectar pessoas, empresas, projetos e ações, dando não só respaldo e base para a realização de boas ações, mas sendo protagonista efetivo na formatação de um novo modelo de colaboração social. “O importante é mostrar para as pessoas que por meio de um gesto simples de generosidade é possível reconhecer a existência do outro; gerar um fator multiplicador desse sentimento. É a sabedoria de entender que se buscamos a felicidade e o bem-estar social, temos que caminhar juntos. Meu índice de felicidade se reduz quando o mundo à minha volta não está bem”, analisa Mariana Fonseca, uma das coordenadoras do movimento.
Da teoria à prática
É dentro do cotidiano das pessoas – no quintal das nossas casas –, que residem as melhores oportunidades de realizar um ato gentil. Com essa premissa, A Corrente do Bem defende que a prática de atos gentis e generosos envolve simplicidade,  despojamento. No ano passado, por exemplo, muitos participantes do Dia Mundial da Boa Ação pagaram um café para a pessoa que estava atrás na fila da cafeteria ou pagaram um tíquete de metrô; doaram livros ou palavras de conforto; entre outras iniciativas. Segundo os coordenadores, o importante é pedir que a pessoa que recebe o ato passe o gesto adiante; que seja um agente da gentileza. “É claro que existem atos mais complexos como mobilizar os amigos a doar tempo em prol de uma instituição; ou arrecadar brinquedos e livros para entidades assistenciais. No entanto, o que importa mesmo é a disponibilidade de tornar a generosidade algo palpável, coletivo e cotidiano”, afirma Livia Hollerbach, uma das idealizadoras do movimento no Brasil.
A jornalista Mariana Fonseca salienta que muitas das ações não envolvem dinheiro; que o movimento não é exclusivo ao auxílio de pessoas em situação de risco social. “Há inúmeros exemplos de doação de gentileza em forma de atos; ajudar o vizinho a transportar as compras ou simplesmente segurar o elevador; dar um abraço encorajador em um amigo ou colega de trabalho. Enfim, é importante estar disposto a passar adiante a gentileza, estar conectado com pequenos atos que tornam o mundo melhor, mais humano”, afirma Mariana.
As empresas, instituições de ensino e organizações que participaram no ano passado estão definindo as novas ações e intensificando a parceria com ideias simples e de pouco – ou nenhum – investimento. Um dos exemplos é a Primavera Editorial, que criou o projeto Escritores do Bem, que visa incentivar autores nacionais a produzir textos literários inéditos sobre organizações não governamentais. A proposta é que os escritores contem a história de ONGs por meio de personagens reais. Nessa iniciativa voluntária, os Escritores do Bem vão produzir textos que serão doados para A Corrente do Bem; textos que se tornarão um importante conteúdo para o site do movimento – um portal de divulgação ampla sobre iniciativas do terceiro setor.
“No futuro, o portal A Corrente do Bem será um elo entre entidades não governamentais e voluntários de todo o Brasil: pessoas comuns interessadas em doar tempo, expertise e talento em prol de fazer o bem. Trata-se de uma forma simples de atingir o propósito de transformar a cultura das pessoas em relação ao altruísmo, solidariedade e irmandade; uma iniciativa geradora de resultados”, afirma Leonardo Elói.
A CORRENTE DO BEM
Criado pelo australiano Blake Beattie, em 2007, o movimento Pay it Forward Day (A Corrente do Bem) tem como proposta motivar as pessoas a incluir práticas de gentileza e generosidade no cotidiano. Inspirado na obra Pay it Forward, de Catherine Ryan Hyde, a ação – que contou com a adesão de 250 mil pessoas em 2010 – chegou ao Brasil em 2011 com o desafio de mostrar que boas ações são simples, rápidas, divertidas e têm um enorme potencial de transformar a sociedade. Na prática, o impacto social de uma boa ação, de um gesto de carinho ou de uma gentileza gera um fator multiplicador de bem-estar social. Hoje, a iniciativa está presente em 38 países: Austrália, Brasil, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul, Inglaterra, Cingapura, México, Escócia, Irlanda, Itália, França, Fiji, Rússia, Índia, Holanda, Bélgica, Noruega, Argentina, Espanha, Turquia, Síria, Croácia, Bósnia, Herzegovina, Coreia do Sul, Porto Rico, Suécia, Costa Rica, Indonésia, El Salvador, Moçambique, Guatemala, Colômbia, Dinamarca, Georgia (Europa) e Áustria.
Para concretizar A Corrente do Bem no Brasil houve uma mobilização para a criação de uma rede colaborativa de profissionais e empresas de várias áreas, que atuam como voluntários. Entre os parceiros estão empresas como a Voltage, MIND Marketing Inteligência Digital, Printec Comunicação, Gaia Creative, Monkey Business e Fábio Sevá Design. Entre os profissionais liberais – voluntários que integram a rede Voltage Ville, rede social da Voltage, que reúne jovens influenciadores – estão: André Nicolosi, Dorly Neto, Duda Borelli, Eduardo Loureiro, Fábio Abreu, Juliana Jabra, Mariana Nobre, Max Duarte, Mayra Fonseca, Renato Davini, Rogério Leão, Sílvia Guerra, Túlio Custódio e Yentl Delanhesi.

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