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26/11/10

SIM, SOMOS TODOS UM! - WAGNER BORGES


MARAVILHOSA CONTRIBUIÇÃO DA !  ADOREI!  BJO MEU.
 
Que você, mesmo sob a pressão do mundo, jamais negue o seu espírito.
Que você não permita que suas emoções estranhas bloqueiem o amor real.
Que você não deixe de rir das coisas engraçadas da vida.
Que você não deixe que alguém, homem ou espírito, roube sua alegria.
Que você diga não a tudo o que seja degradante de sua integridade.
Que, por onde for, com quem for, você vença a si mesmo.
Que você esteja livre das algemas da arrogância e do medo.
Que você possa olhar em seus olhos e sentir grandeza e integridade.
Que você valorize um coração luminoso e cuide bem de sua luz.
Que você se emocione só de sentir-se vivo, e agradeça a quem lhe deu a vida.
Que você respire alegremente, sentindo a energia permeando o ar.
Que você veja as partículas de luz dançando na atmosfera à sua frente...
Que você se respeite como Ser universal, para se respeitar como Ser humano.
Que você não deixe sua mente abafar o seu coração nem os seus sonhos.
Que você eleve as mãos para o sol e comemore a bênção da luz.
Que você ensine aos seus filhos a ver graça na vida, pois cada dia é sagrado.
Que você chore, se quiser, mas que o seu choro seja justo e traga lições.
Que você cante algum mantra, e que isso melhore as pessoas e o mundo.
Que você suba a montanha e reverencie o vento e os espíritos do ar.
Que você desça até a campina e reverencie os espíritos das brumas.
Que você cante uma canção pelos seus ancestrais e amigos de outrora.
Que você não se esqueça dos que partiram para o plano espiritual.
Que haja alegria nessa lembrança! Que haja luz! Que haja bênçãos nisso!
Que você também cante pelos amigos de agora, pois eles são presentes em sua vida.
Que você ame profundamente... E que isso dignifique sua jornada e o ser amado.
Que você seja uma presença de luz na vida dos outros... E que isso seja sempre!
Que você saiba reconhecer os seus erros e, com humildade, corrigi-los.
Que você perdoe a si mesmo e, assim, aprenda a perdoar aos outros.
Que você também reconheça suas qualidades e seus acertos, e fique alegre por isso.
Que você não se lamente pelas coisas do passado; apenas aprenda a lição e voe...
Que você não se deite com ira de ninguém e nem preso nas coisas do mundo.
Que você durma pensando no céu azul... E que visite as estrelas, em espírito**.
Que os espíritos das brumas guiem sua jornada espiritual, por onde você for...
Que você e eles dancem nos ares e celebrem a graça da amizade e do encontro.
Que você cante com eles! Que você ria muito lá em cima! Que você aprecie a vista!
Que você aprenda algo enquanto seu corpo dorme... E que você se lembre!
Que você sinta que o seu verdadeiro lar é em seu coração.
Que você seja feliz, mesmo que ninguém entenda por que.
Que você agradeça a Presença***, por tudo.

P.S.: Que você leia essas linhas e acredite mais em si mesmo.
Que você e eu nos encontremos aqui, por sintonia espiritual.
Que nos reconheçamos como irmãos de luz, mesmo à distância.
Que um Poder Maior nos una, em espírito e verdade.
Que você, caro leitor, e eu, o escritor, sejamos um!
Que um Grande Amor encante nossos pequenos corações.
Que esses escritos iluminem a dádiva de mais um dia.
Que assim seja, pois, somos todos um!
Que haja Paz e Luz!

(Esses escritos são dedicados aos meus grandes amigos Sergio Scabia e Rodolfo Fonseca, organizadores de um dos maiores sites sobre temas alternativos do país, o www.somostodosum.com.br – onde também tenho a honra de ser um de seus colunistas. Por meio do site, milhares de pessoas recebem diversos toques conscienciais legais. E, assim, a luz viaja para outros corações, por esse mundão de Deus, como deve ser. Que o amor do Todo esteja presente, cada vez mais, no trabalho dessa gente leal – incluindo os demais colaboradores do site.)

- Wagner Borges – sujeito com qualidades e defeitos, 47 anos de “encadernação”, espiritualista consciente e contente, mestre de nada e discípulo de coisa alguma, olhando a vida como a Luz olha... Cada vez mais admirado com a humildade de um Grande Amor, que visita seu pequeno coração, e lhe ordena: “Escreva com espírito e verdade, para outros corações. Eles compreenderão. E, então, dentro deles, uma voz sutil, por pura ressonância espiritual, de alguma maneira, responderá: Sim, somos todos um!”

*** A Presença – metáfora celta para o Todo que está em tudo. Quando os antigos iniciados celtas admiravam os momentos mágicos do alvorecer e do crepúsculo, costumavam dizer: “Isso é um assombro!” E assim era para todas as coisas consideradas como manifestações grandiosas da Natureza e do ser humano. Ver o brilho dos olhos da pessoa amada, a beleza plácida da lua, a alegria do sorriso do filho, ou o desabrochar de uma flor eram eventos maravilhosos. Então, eles ousavam escutar os espíritos das brumas, que lhes ensinaram a valorizar o Dom da vida e a perceber a pulsação de uma PRESENÇA em tudo.
A partir daí, eles passaram a referir-se ao TODO QUE ESTÁ EM TUDO como a PRESENÇA que anima a Natureza e os seres. Se a luz da vida era um assombro de grandiosidade, maior ainda era a maravilha da PRESENÇA que gerava essa grandiosidade.
Perceber essa PRESENÇA em tudo era um assombro! E saber que o sol, a lua, o ser amado, os filhos, as flores e a Natureza eram expressões maravilhosas dessa totalidade, levava os iniciados daquele contexto antigo da Europa a dizerem: “Que assombro!”
Hoje, inspirado pelos amigos invisíveis celtas, deixo registrado aqui nesses escritos o “terno assombro” que sinto ao meditar na PRESENÇA que está em tudo. E lembro-me dos ensinamentos herméticos inspirados no sábio estelar Hermes Trismegisto, que dizia no antigo Egito: “O TODO está em tudo! O Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração.”
O TODO ou A PRESENÇA, tanto faz o nome que se dê. O que importa mesmo é a grandiosidade de se meditar nisso; essa mesma grandiosidade de pensar nos zilhões de sóis e nas miríades de seres espalhados pela vastidão interdimensional do Multiverso, e de se maravilhar ao se perceber como uma pequena partícula energética consciente e integrante dessa totalidade, e poder dizer de coração: “Caramba, que assombro!”

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