Número total de visualizações de página

26/11/10

A PAZ QUE TRAGO EM MEU PEITO - Redação do Momento Espírita

MAGNÍFICA CONTRIBUIÇÃO DA MINHA AMIGA CEFISA, OU SIMPLESMENTE LOLÓ. SAUDADES! BJO MEU.
 
A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia...
 Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que se quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.
 Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.
 A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé...
 Ter paz é ter a consciência tranquila, é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou...
 Ter paz é assumir responsabilidades e cumpri-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.
 Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que veem e boca que diz palavras que constroem.
 Ter paz é ter um coração que ama...
 Ter paz é brincar com as crianças, voar com os passarinhos, ouvir o riacho que desliza sobre as pedras e embala os ramos verdes que em suas águas se espreguiçam...
 Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.
 Ter paz é aprender com os próprios erros, é dizer não quando é não que se quer dizer...
 Ter paz é ter coragem de chorar ou de sorrir quando se tem vontade...
 É ter forças para voltar atrás, pedir perdão, refazer o caminho, agradecer... 
Ter paz é admitir a própria imperfeição e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências...
 A paz que hoje trago em meu peito é a tranquilidade de aceitar os outros como são, e a disposição para mudar as próprias imperfeições.
 É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos... 
É a vontade de dividir o pouco que tenho e não me aprisionar ao que não possuo.
 É melhorar o que está ao meu alcance, aceitar o que não pode ser mudado e ter lucidez para distinguir uma coisa da outra.
 É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.
 A paz que hoje trago em meu peito é a confiança Naquele que criou e governa o Mundo...
 A certeza da vida futura e a convicção de que receberei, das leis soberanas da vida, o que a elas tiver oferecido. 
* * *
 Às vezes, para manter a paz que hoje mora em teu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.
 Lembra-te de usar o silêncio quando ouvir palavras infelizes. 
 Quando alguém está irritado.
 
Quando a maledicência te procura. 
Quando a ofensa te golpeia.
 Quando alguém se encoleriza. 
Quando a crítica te fere. 
Quando escutas uma calúnia. 
Quando a ignorância te acusa.
 Quando o orgulho te humilha.
 Quando a vaidade te provoca.
 O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo, por isso é uma poderosa ferramenta para construir e manter a paz.
Autor:
Redação do Momento Espírita, com utilização de algumas frases finais, retiradas de texto de autoria ignorada.

Sem comentários:

Enviar um comentário