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11/04/12

Relação Amorosa Madura - Por Solange Maria Rosset

 
Relação amorosa nos ajuda a nos conhecer e a mudar se necessário.

Quando estamos em um relacionamento afetivo, vivemos certas situações que são oportunidades únicas para observarmos nossas dificuldades e nos aprimorarmos. As pessoas que percebem e aproveitam essa qualidade da vida a dois evitam erros que cometeram em outras relações e conseguem construir relações mais prazerosas, íntimas e satisfatórias – durem o tempo que durarem.
Um relacionamento entre parceiros que se encontram numa fase madura da vida e que já tiveram outras relações deveria ser maduro desde o início, mas nem sempre é assim. Muitas pessoas passam pelas relações sem fazer bom uso delas. Simplesmente seguem adiante, procurando novos parceiros e repetindo os mesmos erros, vivendo as mesmas frustrações. Não aprendem que os relacionamentos são uma maneira de enxergarmos as nossas dificuldades e os pontos que precisamos aprimorar. Não conseguem compreender que sua felicidade e seu bem-estar dependem delas mesmas e não do parceiro. Por estas razões, podem ficar maduras no que diz respeito à idade cronológica, mas não conseguem viver um relacionamento amoroso realmente maduro. A frustração de não serem supridas pelo outro as impede de enxergar o próprio funcionamento e assim, a cada relação, elas repetem o mesmo roteiro cheio de erros.
O que essas pessoas precisariam compreender é que certas situações só vivemos quando estamos nos relacionando amorosa e intimamente com alguém e que esses momentos são ótimas oportunidades para observarmos os nossos pontos cegos, as nossas dificuldades relacionais, enfim, para nos observarmos e mudarmos, quando necessário.
Tem gente que consegue fazer isso. E para cada novo relacionamento que inicia, leva as aprendizagens, as descobertas e as mudanças internas feitas nas relações anteriores.
Quando duas pessoas que sabem dessa qualidade dos relacionamentos se encontram – e se escolhem para compartilhar o próximo trecho de suas vidas –,  elas terão todas as alegrias e dificuldades inerentes a qualquer relação, mas também poderão, juntas, evoluir. Viverão, desse modo, uma experiência rica de encantamento, descoberta e crescimento, uma relação madura, enfim.
Num relacionamento assim, as alegrias e as tristezas, as dificuldades e os prazeres, as carências e os carinhos vão se organizando como num caleidoscópio, onde a cada momento aparecem novos ângulos, novas figuras. E os parceiros sabem que esses movimentos acabarão sempre se harmonizando. Há respeito às próprias necessidades e às do outro. O ciúme é substituído pelo cuidado com a relação, pela valorização da privacidade e da intimidade de cada um. Investe-se em evitar o que pode atrapalhar e em estimular o que dará continuidade à boa convivência do casal. A comunicação serve mais para compartilhar e trocar experiências do que para as queixas. Ao perceber pontos fracos no parceiro, ambos saberão esperar o momento certo para falar, a forma amorosa e respeitosa de mostrar. Aquele que receber uma crítica, por seu lado, a encarará como um auxílio para o seu aprimoramento relacional, com humildade e bom senso, pois sabe que o outro não está competindo para ganhar uma guerra, nem tem intenção de desorganizá-lo.
Há, neste tipo de casal, a consciência de que todos os movimentos são feitos para que vida a dois prossiga de forma prazerosa, íntima e duradoura. Com o tempo, a atração e a paixão iniciais se transformarm em encantamento pelas características do outro e pela profundidade da relação. E, assim, esse será um relacionamento que dará certo. Não importa quanto tempo dure.

* Artigo publicado na Coluna AMOR da revista CARAS 958  de 16/3/2012

Fuja da fofoca no trabalho - Revista Claudia

Investigamos o que há por trás da vontade compulsiva de fofocar pelos corredores. Veja como virar o jogo a seu favor sem ficar refém da panelinha.

Marcia Kedouk / Reportagem Heloísa Noronha -  30.06.2011

Que ninguém nos ouça: todo mundo faz comentários sobre a vida alheia. Mas falar é bem diferente de questionar a reputação ou o caráter de alguém, certo? Ainda mais quando a prática vira hobby. Se você não abre os olhos, fecha os ouvidos e administra as palavras, acaba envolvida na indústria da fofoca, como agente ou vítima. A boa notícia é que dá para desativar a linha de produção ou até tirar proveito dela.
Por que as pessoas fazem fofoca?

Desmotivação
Dois motivos clássicos levam um funcionário a perder o brilho nos olhos e começar a fofocar: falta de promoção e de aumento de salário depois de certo período. Mas há um terceiro que nem todo mundo nota, que é a repressão. "Pessoas tidas como fofoqueiras são, em geral, mais extrovertidas do que as outras", diz o consultor em gestão de pessoas Eduardo Ferraz, autor de Por Que a Gente É do Jeito Que a Gente É? (Gente). Quem é mais vibrante pode se sentir tolhido caso o ambiente profissional seja cheio de normas e regras.

A disseminação
"Insatisfeito, o fofoqueiro passa a praticar uma espécie de bullying adulto para encontrar sentido na rotina. Ataca os 'diferentes', como aqueles que estão satisfeitos ou que têm características físicas peculiares", avisa Ferraz.

O antídoto
Se desmotivação não é com você e a panelinha atacar, entenda como prova de que sua carreira está no trilho certo. Os pontos que os outros criticam podem ser os trunfos que fazem você se destacar na multidão.

Comunicação falha
A comunicação interna deficiente também é um dos principais detonadores da fofoca no trabalho. Se a informação é transmitida a um número restrito de pessoas, vai valer ouro nas mãos - ou melhor, na boca - daqueles poucos que a detém.

A disseminação
A gerente divide apenas com a pupila que haverá corte de custos. Esta conta para a melhor amiga, que pede segredo à outra, que comenta... O telefone sem fio vira: "Metade da empresa vai ser demitida".

O antídoto
Ir direto à fonte demonstra maturidade. Tendo abertura, você pode contar ao chefe quais são os rumores - sem citar nomes - e perguntar se seu trabalho é visto com bons olhos. "A conversa vira feedback que outros funcionários, perdidos em fofoquinhas, jamais terão oportunidade de aproveitar", pontua o consultor de empresas Eduardo Shinyashiki. Esclarecido o assunto, corte o boato quando ele voltar aos seus ouvidos.

Inveja
A inveja é como uma bactéria: precisa de um ambiente propício para se instalar. E nenhum habitat é mais convidativo para a fofoca do que uma empresa que faz da competitividade entre os colaboradores sua marca. Não significa que todo competidor seja invejoso, claro, mas aquele que não confia no próprio taco assume esse papel. Vive amargurado porque não tolera o sucesso alheio e chega a fazer birra. Se o outro tem e ele não, solta comentários maldosos do tipo: "Só chegou lá porque saiu com o diretor".

A disseminação
"O brilho alheio desencadeia um sentimento de irritação rancorosa", observa a psicóloga Dorit W. Verea, diretora da Clínica Prisma - Centro de Tratamento Intensivo para Transtornos Emocionais, em São Paulo. É uma autodefesa.

O antídoto
Ao ser alvo desse tipo de fofoca, a saída inteligente é ter frieza e equilíbrio. Não precisa pedir desculpas ou justificar que merece os frutos colhidos nem ficar de conversinha com o alto escalão só para mostrar que chegou lá. Sucesso não se explica, se conquista.

Vontade de agradar
"Por favor, me aceite!", parece gritar a colega da sala ao lado ao surgir com aquela notícia bombástica. Pessoas que pecam pela vontade de agradar são extremamente carentes e desejam compartilhar a informação que receberam para se sentir parte de uma turma. Isso ocorre provavelmente porque se consideram deixadas de lado.

A disseminação
Geralmente, os carentes profissionais não iniciam a fofoca; são meros agentes difusores. "Querem mostrar acesso a informações privilegiadas", diz Marcia Bandini, diretora da Associação Nacional de Medicina do Trabalho.

O antídoto
Estar no centro das atenções tem um preço, mas pode ser compensador. Quando você é o alvo, vale demonstrar - não precisa dizer nem adotar um ar superior - que seus ouvidos têm melodias melhores do que fofocas para escutar. Um simples "Querida, preciso ir" coloca ponto-final e deixa claro que sua energia está focada em progredir. Essa atitude conta muitos pontos a favor da sua imagem.

Etiqueta na selva do escritório
• Mesmo que você não frequente os corredores, evite soar antipática ao cortar um comentário desagradável de um colega. Relacionar- se com todos é uma arte. Sorrir e mudar de assunto é a melhor estratégia.
• Caso ocupe posição de chefia e alguém da equipe contar que há boatos a seu respeito, diga que vai averiguar. Se for necessário, convoque uma reunião para esclarecimentos.
• Quem decide tirar satisfação com o suposto fofoqueiro acaba enaltecendo a fofoca, tornando-a mais forte e poderosa. Se for bobagem, fique na sua.
• Quando uma fofoca grave envolver seu nome ou deixá-la preocupada, não hesite em conversar com seu gestor ou com algum representante da área de Recursos Humanos.
 

09/04/12

Humor zero - Por Antônio Roberto



O mau humor esconde uma depressão não percebida e, portanto, não tratada. Tem como base, um aprendizado de responder com irritação e tristeza à realidade, quando esta não se apresenta da maneira que se gostaria. Pessoa mal humorada tem um baixo limiar de frustração. Ela gostaria que o mundo fosse como ela deseja o que evidentemente não acontece.
Todos nós temos precário controle sobre a realidade que por ser vasta muitas vezes, não se a adapta aos nossos desejos, a isso chamamos de problemas. E justamente pela realidade ser maior que nossos desejos, não podemos levar a vida muito a sério. Sílvia Cardoso, uma neurocientista da Unicamp, que estuda o riso e seus efeitos, afirma que “ser bem humorado significa perceber que a maior parte das situações que vivemos não é nem muito importante, nem muito séria e nem muito grave”. Acontece que a sociedade não valoriza a alegria e dá muito valor à seriedade e a responsabilidade. Levamos tudo a ferro e a fogo e transformamos as pequenas contrariedades em questões de vida e morte.
Somos muito rigorosos conosco, com as pessoas e com o mundo. É claro que não é possível estarmos sempre de bom humor, de vez em quando temos raiva, tristeza e ansiedade, o que não podemos transformar isso em um jeito de viver. A reclamação constante, a mania de olhar sempre o lado negativo das coisas, a auto-piedade, relacionar-se com pessoas de baixo astral são alguns hábitos que reforçam nossa tendência ao mau humor.
A palavra humor que vem do latim significa “deixar fluir”: aceitar as próprias falhas e desenvolver a entrega. Deixar fluir significa deixar também que os sentimentos negativos aconteçam. Bom humor não significa alegria permanente. O que não podemos é permanecer muito tempo na irritação e transformar esse estado em uma maneira de viver, como faz a pessoa que sofre do mau humor.
Existem hábitos que favorecem o estado de alegria ou reforçam os estados de mau humor. A reclamação sistemática, verbalizada ou pensada, a mania de olhar sempre o lado negativo das coisas, a auto piedade, freqüentar lugares onde existem pessoas de “baixo astral”, são alguns hábitos que reforçam nossa tendência à depressão. Assim a pessoa mal humorada que sofre essa depressão, se sente infeliz com a vida e com as pessoas que fazem parte dela. A vida é para ser vivida com muita alegria e não para ser mantida. A família, o trabalho e as relações com os amigos precisam ser usufruídos por nós e não serem conservados. O auto-conhecimento é uma ferramenta importante para melhorar nossa qualidade de vida. Muitas pessoas fazem um grande esforço para se conhecerem e depois não se aceitam. É comum às pessoas abandonarem uma terapia, ao tomar consciência de si próprias, e de seus problemas.
Dormir um bom sono, fazer exercícios físicos pela sua capacidade de estimular a liberação de endorfinas, excluindo os exercícios competitivos, praticar orações, brincar, ouvir músicas relaxantes, dedicar-se a alguma arte são hábitos que nos predispõem a uma visão de vida menos estressante. A alegria não é algo que vem de fora, mas faz parte da essência humana, e não é difícil transformar o nosso comportamento de mal humorado para um bem humorado. Basta aumentar nossa tolerância e aprender a rir das situações que fogem ao nosso controle.
Tudo tem o seu lado engraçado. Levar a sério esse lado, treinar a gargalhada diante de nossa impotência é a base para uma vida mais saudável, descontraída e feliz. Se não levarmos a vida tão a serio seremos capazes de rir de nós mesmos que é o máximo de “bom humor”.
Como somos imperfeitos, temos pontos positivos e negativos. Para sermos felizes temos de nos amar, nos aceitar como somos, incluindo evidentemente os defeitos, os sentimentos negativos, as imperfeições corporais, emocionais, intelectuais, financeiras, etc. O bom humor, a alegria, o bem estar consigo mesmo são pontos importantes para se ter uma vida social, familiar e etc, bem mais serena.
Publicado Coluna Bem Viver do Jornal Estado de Minas

A promoção da alegria - Por Regina Teixeira da Costa



Uma coisa é certa: viver é uma peleja constante. Quando a gente pensa que chegou a hora do sossego… lá vem mais. Sem esquecer que é mais fácil ser infeliz do que feliz. Para viver penando basta não fazer nada. É só deixar a vida rolar de qualquer jeito, passivamente, sem interferência nem intervenção.
Se tudo ocorre à revelia, sem a participação do sujeito, como uma oração sem a primeira pessoa do singular, as coisas não andam bem. No mínimo não vão para onde queremos, vão com o vento para onde ele soprar.
Tenho insistido muito no sujeito, porque ele é indispensável e a existência sem ele é absolutamente inviável. Insisto que a vida é para ser decidida. E tudo o que contrariar nosso rumo no sentido de ceder ao outro ou fazer concessões quando há o sacrifício do desejo é passo em falso e leva a uma vida de insatisfação.
Como desejo entendo uma coisa de fato vital e saudável, que salva, e não vontades e caprichos que quando atendidos e confundidos com o desejo podem causar danos e gerar muita confusão na vida de quem se precipita a tomar um pelo outro. Quantas vezes assistimos a essa cena?
Será sempre importante promover e cultivar a alegria. Não estou dizendo que devamos estar o tempo todo buscando a felicidade plena, não se trata disso, pois a felicidade são momentos que guardamos com saudade. Até queremos a felicidade permanente, mas esta não é possível, até mesmo precisamos de outros momentos para reconhecer quando a felicidade nos visita novamente. Mas ela é hóspede passageira, assim como vem, vai-se.
A alegria a que me refiro é estado de satisfação que vem como resultado de esforço do sujeito em dirigir a vida, fazer escolhas, pagar o preço e colher os frutos. Recebi de alguns leitores excelentes citações do grande Guimarães Rosa, a partir da última escrita na qual o citei. Entre elas, esta: ‘‘Deus nos dá pessoas e coisas para aprendermos a alegria; depois Ele nos tira pessoas e coisas para ver se somos capazes da alegria sozinhos’’.
Então é isso. A gente pode, sozinha, ter alegria. Claro, não dá para dispensar amigos e pessoas com as quais compartilhamos nosso tempo de vida neste planeta. Mas é preciso reconhecer quem nos faz bem quando está por perto. Escolher quem pode ter sabedoria sobre a dificuldade que é, para cada um, encontrar lugar. Quem anda na busca de ser melhor, e consegue abrir mão das repetições padronizadas das quais viemos e que não nos aprazem nem nos servem mais.
E para isso é preciso estar atento, saber que não se pode ceder quanto a alguns desejos, mesmo que sejam simples, pois o tempo passa e oportunidades são perdidas.
Por isso, tenho insistido tanto na questão do sujeito, único recurso que temos para dirigir a vida. Sujeito que nem sempre reconhecemos, discreto, silencioso como uma estrela cadente que risca o céu na noite. Ele se faz perceber para aquele que decide ficar ligado em si mesmo. Mais do que esperar do outro o que lhe fará ficar bem ou mal.
A alegria está nas atitudes de respeito e acolhimento que temos em relação a nós próprios e isso nos permite ser capazes de dizer não a cada vez que vacilamos diante do outro a quem não queremos desagradar correndo o risco, num instante preciso, de ceder naquilo que nos faria melhores.

04/04/12

Renascer - Por Silvia Schmidt

QUE EU FLORESÇA, QUE TU FLORESÇAS, QUE ELE(A) FLORESÇA, QUE NÓS FLORESÇAMOS... NESSA NOVA VIDA QUE A PÁSCOA NOS OFERTA! TUDO É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA!!! DESEJO UM MARAVILHOSO RENASCIMENTO E UMA FELIZ PÁSCOA PRA GENTE!




“Renascemos um pouco... quando reabrimos os olhos todas as manhãs; quando nos emociona o chorinho de mais uma criança; quando sorrimos para a primeira folhinha da planta que semeamos; quando choramos copiosamente, chamando por nossa mãe; quando ficamos felizes lembrando o papai orgulhoso de nós; quando os nossos queridos aplaudem nossas vitórias; quando nos entregamos ao abraço de um velho amigo; quando caímos no sono com a consciência tranqüila; quando entendemos que a Vida é constante novidade; quando damos perdão ao passado, aos outros e a nós mesmos; quando conquistamos e convertemos corações ateus. Renascemos por inteiro quando assumimos que somos irmãos de todas as criaturas e, acima de tudo, Irmãos do Filho de Deus.”

 

 

Oração do avesso - Por Silvia Schmidt



Deus, em cada novo dia da minha vida,
nos momentos de inconformação com tantas coisas,
ajude-me a lembrar destas afirmações:

No mau pensamento:
obrigado por dar-me o recurso da razão.

Nos males que assisto:
obrigado por dar-me visão.

No barulho excessivo:
obrigado por dar-me audição.

Nos odores desagradáveis:
obrigado por dar-me o olfato.

Na palavra lançada sem pensar:
obrigado por dar-me fala.

Nas mágoas sofridas:
obrigado por dar-me coração.

No alimento prejudicial:
obrigado por dar-me digestão.

Nos caminhos difíceis:
obrigado por dar-me pernas.

Nas pedras em que tropeço:
obrigado por dar-me pés.

Nas desavenças familiares:
obrigado pelos seres que me apontam erros.

Na traição e nas maledicências:
obrigado por mostrar-me os inimigos.

No trabalho árduo e pouco satisfatório:
obrigado pela capacidade de lutar.

No lazer às vezes monótono:
obrigado pela oportunidade de descansar.

Em tudo que me desgosta e no que sinto de pior:

Obrigado, Senhor,
pelas chances de tornar-me alguém melhor.
Feliz Páscoa!


 

02/04/12

ALGUMAS FRASES "DITAS" POR Miguel Falabella - NOVELA AQUELE BEIJO




"O amor quando chega inteiro é como um vento de esperança que sopra nos nossos corações magoados, uma canção permanente que se canta em silêncio e um gesto de generosidade que não se interrompe, porque o amor nos faz desejar a felicidade do outro."

"A coragem nem sempre grita, nem sempre ruge! Às vezes ela apenas sussurra no fim doa: vamos tentar novamente amanhã. Se não der certo, tente outra vez. Caia sete vezes e levante-se oito."

"Se alguém lhe dá um presente e você, por acaso, recusa, de quem é o presente? Quando alguém lhe oferece ódio e rancor e você não aceita ser o receptáculo de tanta amargura, com quem fica o sentimento no fim das contas?"

"A vida me ensinou que as portas não se fecham, elas simplesmente se abrem para outras."

"Por mais forte, por mais ambicioso, por mais cruel que você seja, sempre vai ter alguém disposto a ter mais força, mais ambição e mais crueldade. E já notaram como a vida acaba juntando esse tipo de pessoa? É como se diz por aí: um tatu cheira o outro."

"Em todas as estações, o amor acaba para retomar um ciclo e renascer em outros lugares e outros corações."

"Diz o mestre Osho que o importante não é o caminho e sim o caminhar, mas volta e meia paramos em frente a uma bifurcação, sem saber que trilha seguir.  Escolher a estrada certa que determina toda nossa vida  é uma escolha que requer  tempo e reflexão, porque é muito triste olhar para trás e sentir saudade da estrada que não trilhamos."
 
"O amor que se procura é bom, mas o que se recebeu sem procurar é ainda melhor.
É uma sede que não há jeito de acabar, porque amor, quando é verdadeiro, 
quanto mais se bebe dele, mais dele se tem sede."
 
"Não importa o quanto essa nossa vida nos obriga a ser sérios. Todos nós procuramos alguém para sonhar, brincar, amar e tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender."
 
"Todos os pensamentos que não chegaram ao destino, todas as juras de amor que não foram ouvidas, toda a mágoa que não foi curada, todo o sentimento voa pelos céus da cidade, esperando que a manhã traga bem mais do que um novo dia, porque já dizia Shakespeare: somos feitos da matéria dos sonhos e o sono confina nossa breve existência."
 
"Quando alguém nos ama, diz o nosso nome de maneira diferente e cada um de nós é capaz de entender que existe ali, uma vibração de amor. E o mais curioso é que você só calcula o quanto ama alguém, quando o vê passar por uma situação de ridículo."
 
"Aprendemos desde cedo que há duas regras que devemos seguir: faça igual a todo mundo e faça aquilo que se espera de você. Isso é claro nos traz muitos problemas, porque a repressão dos impulsos e desejos acaba nos mergulhando num mar de frustração, tédio e melancolia."
 
“Os jovens não têm como saber o que são as verdadeiras responsabilidades da vida adulta. Eles ainda não chegaram lá. Mas pior do que um jovem que ainda não sabe como é ser adulto, é um velho que se esqueceu de como é ser jovem.”
 
"Dizem que não há nenhum problema tão terrível que você não possa adicionar um pouco de culpa e torná-lo ainda pior."
 
"Não há nenhum problema em se construir castelos no ar. Todos nós, volta e meia, acabamos refugiados nessas frágeis construções que vamos erguendo pela vida afora. Portanto, meu amigo, quando você construir um castelo no ar, deixe-o lá. Nunca tente colocar uma fundação naquilo que se desfaz com o vento."
 
 "Não devemos ter vergonha de nossas lágrimas, pois elas são como a chuva que lava a poeira dos corações ressecados."
 
"Nunca e sempre são palavras que só deviam existir nos contos de fadas. São palavras que fazem parte de promessas impossíveis de serem cumpridas. Mas como é bom ouvi-las, não é mesmo?! "